Nem te conto! Que anteontem foi meu aniversário de 17 anos – sweet seventeen
-, tu já sabes; então deixa eu te contar como foi.
No começo do dia eu acordei, né, diário. Duh. Levantei da cama, escovei os dentes, ouvi os parabéns do meu pai, banhei, acordei meu irmão, ouvi parabéns dele, comi, bla bla bla. A ficha que eu já havia completado meus sweet seventeen ainda não havia caído.
Na escola foi tudo beeeem feliz e tal. Entrei na escola e já fui recebendo parabéns e um presente da Chris -a gerente-. Ela é uma gracinha, diarinho; gosto bastante dela. Durante as aulas foram cinco parabéns – todos completos, o que é um milagre- e cinco”com-quem-será” com João u.u Tuudo isso porque Larissa foi me perguntar se eu ficaria com João e eu disse que não XD Ganhei mil abraços, mil parabéns, mil felicidades e mil “tudo de bom” de todo mundo :’D Me senti tri querida e tal.
Pela tarde eu basicamente atendi telefonemas de parentes desejando parabéns, liguei pra duas pessoas pra elas me desejarem feliz aniversário (XD) e dormi. No final da tarde, quase de noite, saí pra me depilar e comprar presentes de aniversários dos outros. Acabei só me depilando, e comendo um sanduba no McDonald’s, porque o pessoal na casa de Maísa estava me ligando e dizendo pra eu não ir.
Por fim, fui pra casa de Maísa. Diarinho, não dá nem pra descrever como foi entrar ali, encontrar aqueles amigos de anos sem vergonha, ver a decoração infantil da Sininho e aquela música de aniversário da Xuxa tocando ao fundo (“parabéns, parabéns, hoje é seu dia, que dia mais feliz!”), os flashes das fotos serem tiradas… O pessoal todo veio pra mim e abraçou, desejou feliz aniversário, deu os presentes e foi tudo muito meigo.
Todos morrendo de fome, os salgados sumiram em 10 segundos e meio e os dindins também (aqueles saquinhos de suco congelado, sabe?
). Depois eu pedi pizza (da Maggiorasca, caríssima), a gente cantou os parabéns quase onze horas (eu acho, minha noção de tempo é péssima). Dançaram forró, tocou macarena e vários outros clássicos, sentamos, conversamos, rimos e aquela coisa toda de um grupo de amigos reunidos sem uma gota de álcool por perto.
A ficha “CARACAS! Eu tenho 17 anos”! Caiu em algum momento entre as 23h do dia 28 e as 1h do dia 29, que foi a hora que eu saí da casa de Maísa. Todos já haviam ido embora, menos Ana, André e Júlia, que ficaram ali fofocando e conversando até a hora que eu fosse.
(Cheguei em casa me sentindo a pessoa mais querida ever, devo ressaltar.)
Eu até que tentei me convencer, 2h da madrugada, quando finalmente fui dormir, que eu conseguiria ir a aula de manhã. Nem acordei com o despertador. Foi um dia bom, diarinho.
(ah! e no dia seguinte eu vi os scraps e os depoimentos de aniversário no meu orkut e fiquei emocionada :’D)
–> Extremamente fã dessa música e do clipe.
–> Muito viciada em Goo Goo Dolls (aqui o site oficial e as letras) principalmente em uma música aqui no blog.
–> Muito feliz porque fez uma prova do primeiro dia (humanas) do PAS e teria se dado muito bem se fosse a própria
–> Passar aniversário com pé imobilizado sucks.
–> Turmas na escola divididas por notas suck too. Principalmente se na sua tem um monte de metidos a engraçados e ninguém sabe ficar calado.
–> Adão tinha umbigo?
–> “Mais da metade dos domicílios brasileiros (51,5%) não dispõe de rede de coleta e tratamento de esgoto. (…) ‘Esse é um problema sistêmico, de política pública. Enquanto o País avança no combate à pobreza a uma velocidade quatro vezes maior do que a determinada pelas Metas do Milênio, não chega à metade do que deveria na questão do saneamento’, diz o economista Marcelo Neri, da FGV, que utilizou microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, para fazer a projeção.” (notícia completa aqui)
Arquivado em: Reflexões | Tags: coragem, covardia, Reflexões, vida, viver
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”. (Oscar Wilde)
Viver não é para os fracos. Fazê-lo plenamente requer muita coragem, ousadia, força de vontade. Não é para qualquer um. Os covardes que se contentem em sobreviver, matar tempo até o inevitável e morrer sem ter triunfado, desfrutado e sentido grandes emoções.
Quem vive passa por ridículo, fica nervoso, dá o primeiro passo, é generoso, se entrega, se revela, defende crenças, tenta, falha, tenta mais uma vez, se dispõe a aprender, sabe que tem muito a conhecer, se interessa pelo mundo, vai à festas, dá a cara à tapa, acredita que pode, tropeça, dança, sorri, se esforça, chora, grita, erra, briga e quando chega a hora vai sabendo que aproveitou seu potencial e deu o máximo que pôde sempre que pôde.
Os covardes nunca são os primeiros a tentar, a falar, a tomar iniciativa. Preferem caminhos já percorridos, frases já feitas, situações já vivenciadas, lugares seguros, empregos seguros. Covardes fogem do ridículo, da exposição, da criatividade, dos erros. Vão com a multidão, tentando se sentir parte de algo. Fingem ser quem não são para agradar. Não sabem o que é o frio na barriga antes de pular de pára-quedas, de dar um discurso para centenas de pessoas ou de fazer uma apresentação, porque nunca fizeram isso na vida.
Quem saboreia a vida é conivente com quem a vive de maneira covarde. Estes não sabem o que estão perdendo.
Arquivado em: Surtos
Para algumas pessoas escrever não é uma decisão. É uma necessidade, tão básica quanto comer, rir e se relacionar. Algum conjunto mínimo de circunstâncias favoráveis liberam este instinto tão singular e num piscar de olhos para alguns, anos para outros, cria-se um escritor amador.
Esta já é a segunda tentativa de ter um blog para guardar o que já escrevi, o que escrevo e o que irei escrever, sem limitar-me a temas ou classificações. Não prometo postagens regulares ou mesmo postagens que tenham algum sentido. O que fluir, será. Veremos como as coisas ficam.