Delírios, Reflexões e Ilusões Verborrágicas


Apaixonei!
Maio 27, 2008, 12:01 am
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Descobri essa cantora completamente por acaso, e foi amor à primeira vista. Um vozeirão desses à là Joss Stone, com uma maturidade inesperada em uma menina de 19 anos… Recomendo! :D



Só para deixar registrado
Maio 23, 2008, 3:46 pm
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Que esse negócio de voltar para casa às 5hrs da matina quando você tem que se matar de estudar no dia seguinte não dá certo.



Morar sozinha… (2)
Maio 21, 2008, 11:18 pm
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Ás vezes é um porre, mas…

Meu apartamento é a coisa mais linda do mundo.

É muito bom chegar a hora que quiser sem ter que sequer avisar alguém.

Eu adoro levar a galerinha da pesada pra meu apê para fazer o que der na telha.

Bagunçar o que quiser e arrumar o que quiser é o máximo.

Saber que você pode morar sozinha e realmente está morando é uma conquista.

Morar sozinha para fazer faculdade a mil quilômetros de casa é pra quem pode.

Não ter ninguém vigiando, no pé, é um sonho.

RESUMINDO: Adoro morar sozinha :D



Morar sozinha…
Maio 20, 2008, 8:08 pm
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É muito bom, na maior parte do tempo.

Mas, na hora de limpar a privada, varrer a casa, lavar a roupa, a louça, o banheiro, arrumar a cama, limpar os vidros, tirar poeira, é um porre.

Mas, nos domingos à tarde, às vezes é triste. Você pensa que devia estar almoçando com a família na casa da vó e ao invés disso está a mil quilômetros de distância.

Mas, quando você fica doente, sempre se martiriza pensando que alguém podia estar cuidando de você.

Mas, quando você chega em casa e não ouve a voz de ninguém, às vezes é desanimador.

Mas, quando sua casa está uma zona e você é a única pessoa que eventualmente arrumará tudo aquilo, é chato.

Principalmente se você é uma menininha que nem chegou à maioridade.



Admito
Maio 18, 2008, 11:36 pm
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Amei, admito. Amei, apaixonei-me, entreguei-me. Dei uma parte de mim sem esperar retorno – e devo admitir também que não a recebi de volta, no final das contas – para quem merecia e para quem não merecia. Já errei no meu julgamento, já fui magoada pela última pessoa que imaginava que faria isso. Desapontei muitos muitas vezes, admito. Briguei sem ter razão e menti sem necessidade. Chorei de dor, de amor, de dor de cotovelo, de mágoa. Chorei sozinha, trancada em meu quarto. Chorei no colo de quem eu confiava.

Já tive amores platônicos, admito. Quis quem não me queria, quis quem não podia querer. Beijei quem não devia e não amei quem me amava. Dei foras e levei outros. Fugi de vigilância adulta e fui a vigilância adulta de quem queria escapar. Esforcei-me por causas bobas, e deixei passar algumas causas maiores. Ouvi muitos que precisavam, mas deixei passar ocasiões em que havia grande necessidade da minha presença.

Errei, confesso. Sou cheia de troféus que não posso colocar na estante. Minha maior coleção é a de tropeços. Escondo os mais humilhantes, divido os mais cômicos, tento parecer que erro bem menos do na realidade o faço. Sou humana, merda. Não me culpe por ser quem sou.