There is something in your eyes, dear
that I can’t quite apprehend.
Something just beneath
the superficiality that everyones sees,
just behind the charm of your chocolate eyes.
A certain lack of defenses against me,
a certain sparkle in certain moments,
a certain look in some ocasions.
Yes, dear, there’s an unspeakable, untouchable touch
enough to keep me lingering when our eyes meet,
a sweetness still to be explained.
Maíra Carvalho
Arquivado em: Surtos, poesia | Tags: maldade, poema, poesia, poeta, poetisa, vento
Sento e espero.
O vento uivante hipnotiza-me
e leva da mesinha os papéis onde rascunhei
alguns poemas sem significado.
O raio que o parta!
O Diabo que o carregue!
Ouço sussurrarem,
o que me traz a mente
a maldade – inerente ou não -
de alguns.
Sento e espero.
Essa paz de espírito parece-me inexplicável.
Maíra Carvalho
Arquivado em: Reflexões
Há coisas que vivi que não vivestes, e vice-versa. Há menos de um ano, entedíamo-nos perfeitamente. Mesmo estilo de vida, experiências semelhantes, convivência intensa. Comunicávamos com apenas um olhar. Entendimento imediato.
Então vieram as fissuras, as discussões, as brigas.
Depois veio a força do não-dito, do não-compartilhado, do não-vivido pelo outro. Espero que possamos encontrar um caminho a ser compartilhado. Uma cumplicidade que não fique opaca. Um laço que não se afrouxe.
