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Julho 23, 2008, 3:53 pm
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Minhas relações acabam cedo demais,
sempre cedo demais.
São quase abortos -
mais sonhos e expectativas que fatos e realidade,
algo mais a-ser do que algo de fato.
Agora estas paredes,
sempre mais altas,
sempre mais próximas,
me distanciam cada vez mais de tudo;
e desenvolvo essa claustrofobia
resultante da incapacidade de comunicar-me.
As nuances do que não digo são mais delicadas:
O meu não-dito significa mais.
Engasgo-me e hesito;
palavras morrem antes de vislumbrar o céu lá fora.
Morro em silêncio.
Quando derem conta, tudo já será passado.
Maíra Carvalho
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não muito satisfeita com esse poema, mas enfim.
Comentário por Maíra Julho 23, 2008 @ 7:12 pmsou sua fã…
Comentário por Laís Julho 23, 2008 @ 9:09 pmte amo!
uahauahuahaua
Ahn…posso dizer?
Das coisas que você escreveu até agora e que eu já li, achei a melhor.
THE FUCKING BEST!
E me identifico com um monte de coisas….
e continuo com saudades
Comentário por Fernanda Julho 23, 2008 @ 9:12 pmO.O Poxa… bom mesmo o poema, moça!
Comentário por Batata Julho 23, 2008 @ 9:48 pmEstou adorando os poemas… e tambem adorei a nova foto! Voce eh bem linda heim? Vai acabar quebrando varios coracoes por esta vida.
Comentário por Roque Santeiro Julho 28, 2008 @ 5:29 pm