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Não é amor, e nunca o foi. Foi apenas uma ilusão passageira, algo que foi tão rapidamente quanto se instalou. Não pode ser amor. Não pode, se não me ouves e não abaixa as defesas para que eu possa entrar. Não é, se ainda me relaciono com outras pessoas e tu nem pareces notar. Não será, se continuar assim, porque não nasci para estar à espera de algo ou alguém.
O que me importa se parecia ser amor nas duas primeiras semanas, se depois disso estás indisponível?
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O silêncio por trás das tuas palavras me surpreende com frequência. Os breves segundos entre uma frase e outra dizem mais que imaginas. Achas que não percebo, mas estou mais que ciente.
Arquivado em: Delírios, poesia | Tags: esquecimento, lembrança, margura, passado, poesia
Minha poesia é repetitiva.
Só sei escrever versos
para ti,
e somente para ti.
Um dia não tu serás mais assunto,
estou confiante.
Um dia não importarás mais.
Um dia, quem sabe um dia…
Serás uma doce lembrança,
e não despertarás mais esta amargura.
Estarás no passado;
um passado esquecido,
desimportante.
Sim, um dia…
Será que tu sente a minha dor? Será que quando me revelo a ti realmente me compreendes? Quando me abraças, dizendo que tudo ficará bem, teu coração fica apertado, e tens noção do que sinto?
Arquivado em: Delírios, Trechos, Uncategorized | Tags: afastar, amigo, amizade, amor, confissão, distanciar, dor, melancolia, tristeza
Distancio-me de ti e nem percebes, imerso que estás em teus próprios problemas e tua própria dor. Distancio-me de ti cada vez mais, porque não tenho mais condições de lidar com os teus problemas. Peço desculpas, mas eu estou à toda velocidade e não posso parar. Tenho minhas próprias confusões a resolver. Distancio-me de ti e nem percebes, imerso que estás em teus próprios problemas e tua própria dor.